Pular para o conteúdo

Para RH e financeiro · 30 vidas ou mais

Plano de saúde para empresas com 30 funcionários ou mais

A partir de 30 vidas, o reajuste deixa de ser um índice da operadora e passa a ser a conta do uso do seu contrato. É aí que gestão faz diferença no custo.

Atualizado em 17 de outubro de 2026 Revisão: Pedro Sales, ASF Corretora Fontes citadas na página

Resposta curta

Em contratos com 30 vidas ou mais, o reajuste anual é calculado pela sinistralidade do próprio contrato (uso ÷ mensalidades) e negociado com a operadora. Isso quer dizer que o custo do plano responde ao que a empresa faz: desenho do contrato (coparticipação, rede, acomodação), gestão do uso (pronto-socorro, crônicos, afastamentos) e saúde ocupacional. A ASF lê o relatório de uso com você, prepara a negociação da renovação e compara com o mercado.

O que muda a partir de 30 vidas

Até 29 vidas30 vidas ou mais
Reajuste anualÍndice único do grupo de contratos pequenos da operadoraCalculado pelo uso do seu contrato
Margem para negociarPequena: a saída costuma ser comparar e trocarReal: com os números do uso na mão
O que reduz o custoEscolher o produto certoDesenho do contrato e gestão da saúde da equipe

Onde o custo costuma estar

  • Pronto-socorro como porta de entrada: consultas simples feitas no PS custam mais e pesam na sinistralidade.
  • Coparticipação mal desenhada: sem ela, o uso repetido de baixo valor vai todo para a mensalidade.
  • Doenças que se repetem: um padrão pequeno em cada unidade vira um custo grande no contrato inteiro.
  • Afastamentos e saúde mental: o mesmo problema que gera atestado gera uso do plano.
  • Rede maior do que a equipe usa: pagar por hospitais que ninguém frequenta.

Caso real

Caso real · grupo do ramo alimentício

R$ 5,0 milhões de economia no plano de saúde em 4 anos

Mais de 1.000 vidas, 27 empresas e 107 unidades pelo país. O contrato já custava 114,6% do que a operadora recebia, antes do primeiro reajuste.

R$ 602 mil por ano

a menos na mensalidade, sem trocar de plano: 14,84% de redução já fechada na cotação da operadora

R$ 2,4 milhões

em 4 anos, da mensalidade menor

R$ 2,6 milhões

em 4 anos, da gestão da sinistralidade: água e pausa na cozinha, uma unidade fora da curva e o reajuste

R$ 390 mil

em 4 anos só com água no posto e pausa na escala, já no cenário conservador

O que estava por trás: 87,5% dos casos urinários eram cálculo renal ou infecção urinária, o sinal de pouca água e pouca pausa na cozinha industrial. Nenhuma das 107 unidades sozinha acendia o alerta. E 38% das consultas aconteciam no pronto-socorro.

E vai além do plano: a mesma gestão reduz afastamentos, o FAP, a rotatividade e o risco trabalhista, que vêm da mesma causa.

Caso atendido pela ASF com o ISC (Índice de Saúde Corporativa). Cliente não identificado. Valores de 4 anos são projeção; quase metade já tem número fechado na cotação da operadora. Cada empresa tem o seu próprio uso do plano; o resultado de uma não vale como promessa para outra.

Caso real · hospital privado, cerca de 600 vidas

R$ 4,2 milhões de economia projetada em 4 anos no plano de saúde

A melhora que não era melhora. A operadora mostrava a sinistralidade caindo para 102,5%. Com o último mês completo, ela estava perto de 110%, e o reajuste calculado era de 64%. Ler o número certo mudou a negociação.

Caso atendido pela ASF com o ISC. Cliente não identificado. Economia projetada em 4 anos sobre o dado da empresa, não garantia de resultado.

O que nós fazemos para empresas desse porte

  • Contrato desenhado pelo uso: coparticipação, rede e acomodação no tamanho certo.
  • Renovação negociada com números: o reajuste discutido com a operadora a partir do uso real do contrato.
  • Saúde ocupacional e NR-1 em dia, ligadas ao plano de saúde.
  • Resultado: mensalidade e reajuste menores, menos afastamentos e menos risco trabalhista.

Para empresas que querem ir além do plano, o diagnóstico do ISC junta plano, saúde ocupacional e NR-1 numa conta só, sem custo. Veja também gestão de sinistralidade e NR-1 e riscos psicossociais.

Três jeitos de começar

1. Autodiagnóstico NR-1
24 perguntas, cerca de 8 minutos. Mostra o seu score em cinco blocos e os pontos que pesam mais. Sem custo.

Fazer o autodiagnóstico

2. Diagnóstico da sua empresa
Onde está o custo da saúde na sua empresa e o que fazer com ele. Sem custo.

Pedir pelo formulário

3. Conversa direta
Fale com um consultor da ASF agora e mande a última fatura do plano.

Falar no WhatsApp

Pedir o diagnóstico

Um consultor da ASF fala com você no WhatsApp para combinar os próximos passos. Seus dados ficam com a ASF e não são compartilhados.

Perguntas que recebemos

Empresa com 30 vidas ou mais tem reajuste por sinistralidade?

Sim. Nesses contratos, o reajuste anual é calculado pelo uso do próprio contrato e negociado com a operadora. Abaixo de 30 vidas, vale o índice único do grupo de contratos pequenos (RN ANS nº 309/2012).

Dá para reduzir o custo sem trocar de operadora?

Muitas vezes, sim: ajustando a coparticipação, a rede e a gestão do uso, e negociando a renovação com os números do contrato. Comparar com o mercado continua sendo parte da conversa.

O que vocês precisam para o diagnóstico?

Número de vidas, operadora, a última fatura e, se a empresa tiver, o relatório de sinistralidade enviado pela operadora.

De onde vêm as informações

Agrupamento de contratos com menos de 30 beneficiários: Resolução Normativa ANS nº 309/2012. Caso real: grupo do ramo alimentício, metodologia ISC, cliente não identificado. Conteúdo revisado pela ASF em outubro de 2026.

Quer entender o custo do plano da sua empresa?

Você conta quem entra no plano e quais hospitais importam. A gente compara as operadoras e te mostra as opções. Sem custo.

Falar no WhatsApp