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ASF + ISC · Índice de Saúde Corporativa

Gestão de saúde corporativa: o plano, a saúde ocupacional e a NR-1 numa conta só

A saúde dos colaboradores aparece em três lugares que quase nunca conversam: o reajuste do plano, os afastamentos e a conformidade com as normas. Nós cuidamos dos três juntos.

Atualizado em 17 de outubro de 2026 Revisão: Pedro Sales, ASF Corretora Fontes citadas na página

Resposta curta

A ASF, com o ISC (Índice de Saúde Corporativa), faz a gestão da saúde dos colaboradores de empresas a partir de 30 vidas: plano de saúde (contrato, renovação e uso), saúde ocupacional (PGR, PCMSO, eSocial), riscos psicossociais da NR-1 e bem-estar. O resultado aparece onde a empresa sente: reajuste menor, menos afastamentos, menos risco trabalhista e conformidade com as normas.

O problema: três contas que não se falam

Onde apareceQuem olhaO que costuma ficar de fora
Reajuste do plano de saúdeFinanceiroPor que o uso subiu e o que dá para mudar
Afastamentos e atestadosRH e DPO custo deles no plano e no FAP
PGR, PCMSO, NR-1, eSocialSegurança do trabalhoA ligação dos riscos com o uso do plano

O mesmo problema aparece nas três: a falta de pausa vira atestado, o atestado vira consulta no pronto-socorro, o pronto-socorro vira sinistralidade e a sinistralidade vira reajuste. Olhando cada conta separada, ninguém enxerga a cadeia.

Os números do mercado

  • Plano de saúde é o 2º maior custo da folha: 13,95% da folha, atrás só dos salários (Mercer Marsh, 30ª Pesquisa de Benefícios, dado de 2021).
  • R$ 709,50 por funcionário ao mês em 2025, alta de 10,5% (Mercer Marsh Benefícios, 2025).
  • Sinistralidade média do setor: 81,7% em 2025 (ANS, dados econômico-financeiros). Acima de 80%, a operadora tende a repassar: é a espiral de reajuste.
  • 546.254 afastamentos por transtorno mental em 2025, 15,66% a mais que em 2024 (Ministério da Previdência Social, jan/2026).

O que nós fazemos

FrenteO que fazemosResultado que a empresa vê
Plano de saúdeDesenho do contrato, negociação da renovação e gestão do usoMensalidade e reajuste menores, sem perder a rede
Saúde ocupacionalPGR, PCMSO, ASO, LTCAT e eSocial SST organizados e coerentesConformidade, menos acidentes e afastamentos e redução do FAP
NR-1 psicossocialRiscos psicossociais identificados, com plano de açãoObrigação cumprida e menos afastamento por saúde mental
Bem-estarPrograma de Bem-Estar Integrado, com acolhimento 24/7Problema tratado antes de virar atestado ou internação
Risco trabalhistaCruzamento de afastamentos, estabilidades e plano antes de cada desligamentoMenos passivo em ação trabalhista

O custo que não aparece na fatura

Além da mensalidade, a saúde custa em afastamentos, produtividade, rotatividade e reajuste. Como referência, numa empresa de 250 funcionários esse custo oculto fica entre R$ 1,5 e 2,6 milhões por ano. É sobre ele que o nosso trabalho age.

Um caso real

Caso real · grupo do ramo alimentício

R$ 5,0 milhões de economia no plano de saúde em 4 anos

Mais de 1.000 vidas, 27 empresas e 107 unidades pelo país. O contrato já custava 114,6% do que a operadora recebia, antes do primeiro reajuste.

R$ 602 mil por ano

a menos na mensalidade, sem trocar de plano: 14,84% de redução já fechada na cotação da operadora

R$ 2,4 milhões

em 4 anos, da mensalidade menor

R$ 2,6 milhões

em 4 anos, da gestão da sinistralidade: água e pausa na cozinha, uma unidade fora da curva e o reajuste

R$ 390 mil

em 4 anos só com água no posto e pausa na escala, já no cenário conservador

O que estava por trás: 87,5% dos casos urinários eram cálculo renal ou infecção urinária, o sinal de pouca água e pouca pausa na cozinha industrial. Nenhuma das 107 unidades sozinha acendia o alerta. E 38% das consultas aconteciam no pronto-socorro.

E vai além do plano: a mesma gestão reduz afastamentos, o FAP, a rotatividade e o risco trabalhista, que vêm da mesma causa.

Caso atendido pela ASF com o ISC (Índice de Saúde Corporativa). Cliente não identificado. Valores de 4 anos são projeção; quase metade já tem número fechado na cotação da operadora. Cada empresa tem o seu próprio uso do plano; o resultado de uma não vale como promessa para outra.

Caso real · hospital privado, cerca de 600 vidas

R$ 4,2 milhões de economia projetada em 4 anos no plano de saúde

A melhora que não era melhora. A operadora mostrava a sinistralidade caindo para 102,5%. Com o último mês completo, ela estava perto de 110%, e o reajuste calculado era de 64%. Ler o número certo mudou a negociação.

Caso atendido pela ASF com o ISC. Cliente não identificado. Economia projetada em 4 anos sobre o dado da empresa, não garantia de resultado.

O que fazemos são alavancas que impactam positivamente o resultado, cada uma com o indicador que mostra se funcionou. A responsabilidade técnica de cada laudo continua com o profissional habilitado.

Leia também: gestão de saúde corporativa com o ISC · gestão de sinistralidade · saúde ocupacional · NR-1 e riscos psicossociais · afastamentos e saúde mental · plano para empresas com 30+ vidas.

Três jeitos de começar

1. Autodiagnóstico NR-1
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2. Diagnóstico da sua empresa
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3. Conversa direta
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Perguntas que recebemos

O que é o ISC?

É o Índice de Saúde Corporativa. Com ele, a ASF faz a gestão da saúde dos colaboradores de empresas a partir de 30 vidas: plano de saúde, saúde ocupacional, NR-1 e bem-estar.

O diagnóstico tem custo?

Não. O diagnóstico é sem custo e sem compromisso de contratar.

Precisamos trocar de plano de saúde?

Não necessariamente. Muitas alavancas estão no desenho do contrato atual, na gestão do uso e na negociação da renovação. Comparar com o mercado é uma das opções, não a única.

Os dados dos funcionários ficam expostos?

Não. A gestão vê só dados agregados e anônimos. Dado individual de saúde fica restrito à equipe clínica, com registro de acesso, como manda a LGPD.

De onde vêm as informações

Números de mercado: Mercer Marsh Benefícios (Pesquisa de Benefícios, 2021 e 2025), ANS (dados econômico-financeiros 2025) e Ministério da Previdência Social (jan/2026). Referência de custo oculto: ISC, Índice de Saúde Corporativa. Revisado pela ASF em outubro de 2026.

Quer saber onde está o custo da saúde na sua empresa?

Você conta quem entra no plano e quais hospitais importam. A gente compara as operadoras e te mostra as opções. Sem custo.

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