ASF + ISC · Índice de Saúde Corporativa
Gestão de saúde corporativa: o plano, a saúde ocupacional e a NR-1 numa conta só
A saúde dos colaboradores aparece em três lugares que quase nunca conversam: o reajuste do plano, os afastamentos e a conformidade com as normas. Nós cuidamos dos três juntos.
Resposta curta
A ASF, com o ISC (Índice de Saúde Corporativa), faz a gestão da saúde dos colaboradores de empresas a partir de 30 vidas: plano de saúde (contrato, renovação e uso), saúde ocupacional (PGR, PCMSO, eSocial), riscos psicossociais da NR-1 e bem-estar. O resultado aparece onde a empresa sente: reajuste menor, menos afastamentos, menos risco trabalhista e conformidade com as normas.
O problema: três contas que não se falam
| Onde aparece | Quem olha | O que costuma ficar de fora |
|---|---|---|
| Reajuste do plano de saúde | Financeiro | Por que o uso subiu e o que dá para mudar |
| Afastamentos e atestados | RH e DP | O custo deles no plano e no FAP |
| PGR, PCMSO, NR-1, eSocial | Segurança do trabalho | A ligação dos riscos com o uso do plano |
O mesmo problema aparece nas três: a falta de pausa vira atestado, o atestado vira consulta no pronto-socorro, o pronto-socorro vira sinistralidade e a sinistralidade vira reajuste. Olhando cada conta separada, ninguém enxerga a cadeia.
Os números do mercado
- Plano de saúde é o 2º maior custo da folha: 13,95% da folha, atrás só dos salários (Mercer Marsh, 30ª Pesquisa de Benefícios, dado de 2021).
- R$ 709,50 por funcionário ao mês em 2025, alta de 10,5% (Mercer Marsh Benefícios, 2025).
- Sinistralidade média do setor: 81,7% em 2025 (ANS, dados econômico-financeiros). Acima de 80%, a operadora tende a repassar: é a espiral de reajuste.
- 546.254 afastamentos por transtorno mental em 2025, 15,66% a mais que em 2024 (Ministério da Previdência Social, jan/2026).
O que nós fazemos
| Frente | O que fazemos | Resultado que a empresa vê |
|---|---|---|
| Plano de saúde | Desenho do contrato, negociação da renovação e gestão do uso | Mensalidade e reajuste menores, sem perder a rede |
| Saúde ocupacional | PGR, PCMSO, ASO, LTCAT e eSocial SST organizados e coerentes | Conformidade, menos acidentes e afastamentos e redução do FAP |
| NR-1 psicossocial | Riscos psicossociais identificados, com plano de ação | Obrigação cumprida e menos afastamento por saúde mental |
| Bem-estar | Programa de Bem-Estar Integrado, com acolhimento 24/7 | Problema tratado antes de virar atestado ou internação |
| Risco trabalhista | Cruzamento de afastamentos, estabilidades e plano antes de cada desligamento | Menos passivo em ação trabalhista |
O custo que não aparece na fatura
Além da mensalidade, a saúde custa em afastamentos, produtividade, rotatividade e reajuste. Como referência, numa empresa de 250 funcionários esse custo oculto fica entre R$ 1,5 e 2,6 milhões por ano. É sobre ele que o nosso trabalho age.
Um caso real
Caso real · grupo do ramo alimentício
R$ 5,0 milhões de economia no plano de saúde em 4 anos
Mais de 1.000 vidas, 27 empresas e 107 unidades pelo país. O contrato já custava 114,6% do que a operadora recebia, antes do primeiro reajuste.
R$ 602 mil por ano
a menos na mensalidade, sem trocar de plano: 14,84% de redução já fechada na cotação da operadora
R$ 2,4 milhões
em 4 anos, da mensalidade menor
R$ 2,6 milhões
em 4 anos, da gestão da sinistralidade: água e pausa na cozinha, uma unidade fora da curva e o reajuste
R$ 390 mil
em 4 anos só com água no posto e pausa na escala, já no cenário conservador
O que estava por trás: 87,5% dos casos urinários eram cálculo renal ou infecção urinária, o sinal de pouca água e pouca pausa na cozinha industrial. Nenhuma das 107 unidades sozinha acendia o alerta. E 38% das consultas aconteciam no pronto-socorro.
E vai além do plano: a mesma gestão reduz afastamentos, o FAP, a rotatividade e o risco trabalhista, que vêm da mesma causa.
Caso atendido pela ASF com o ISC (Índice de Saúde Corporativa). Cliente não identificado. Valores de 4 anos são projeção; quase metade já tem número fechado na cotação da operadora. Cada empresa tem o seu próprio uso do plano; o resultado de uma não vale como promessa para outra.
Caso real · hospital privado, cerca de 600 vidas
R$ 4,2 milhões de economia projetada em 4 anos no plano de saúde
A melhora que não era melhora. A operadora mostrava a sinistralidade caindo para 102,5%. Com o último mês completo, ela estava perto de 110%, e o reajuste calculado era de 64%. Ler o número certo mudou a negociação.
Caso atendido pela ASF com o ISC. Cliente não identificado. Economia projetada em 4 anos sobre o dado da empresa, não garantia de resultado.
O que fazemos são alavancas que impactam positivamente o resultado, cada uma com o indicador que mostra se funcionou. A responsabilidade técnica de cada laudo continua com o profissional habilitado.
Leia também: gestão de saúde corporativa com o ISC · gestão de sinistralidade · saúde ocupacional · NR-1 e riscos psicossociais · afastamentos e saúde mental · plano para empresas com 30+ vidas.
Três jeitos de começar
1. Autodiagnóstico NR-1
24 perguntas, cerca de 8 minutos. Mostra o seu score em cinco blocos e os pontos que pesam mais. Sem custo.
2. Diagnóstico da sua empresa
Onde está o custo da saúde na sua empresa e o que fazer com ele. Sem custo.
3. Conversa direta
Fale com um consultor da ASF agora e mande a última fatura do plano.
Pedir o diagnóstico
Perguntas que recebemos
O que é o ISC?
É o Índice de Saúde Corporativa. Com ele, a ASF faz a gestão da saúde dos colaboradores de empresas a partir de 30 vidas: plano de saúde, saúde ocupacional, NR-1 e bem-estar.
O diagnóstico tem custo?
Não. O diagnóstico é sem custo e sem compromisso de contratar.
Precisamos trocar de plano de saúde?
Não necessariamente. Muitas alavancas estão no desenho do contrato atual, na gestão do uso e na negociação da renovação. Comparar com o mercado é uma das opções, não a única.
Os dados dos funcionários ficam expostos?
Não. A gestão vê só dados agregados e anônimos. Dado individual de saúde fica restrito à equipe clínica, com registro de acesso, como manda a LGPD.
De onde vêm as informações
Números de mercado: Mercer Marsh Benefícios (Pesquisa de Benefícios, 2021 e 2025), ANS (dados econômico-financeiros 2025) e Ministério da Previdência Social (jan/2026). Referência de custo oculto: ISC, Índice de Saúde Corporativa. Revisado pela ASF em outubro de 2026.